Sinceramente? Eu acredito em nós.
Eu acredito em recomeços, na esperança, e no sentimento. Acredito que nada se acaba tão depressa. Acredito que, apesar de tudo, mesmo que demore um pouco pra dor passar, ela passa. A magoa passa. E a saudade fica. Fica e implora por você, e mesmo, depois de termos feito tudo pra esquecer, e mesmo implorando por substituições, não dá pra esquecer. E nós, no fundo sabemos, de uma forma ou outra, nós pertencemos um ao outro.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Insistir de novo? Pra quê? Por quê?
Dói sabe, colocar na cabeça que não dá. Você já foi demais,
já quis demais, já tentou demais. Tanta gente legal por aí querendo uma chance, tanta gente
bacana querendo vir. E deixa vir, deixar estar, deixa ficar. O tempo tá aí,
fazendo o papel dele. As oportunidades, o destino e o recomeço também. Então,
se joga, com tudo. Você não tem nada a perder.
domingo, 27 de janeiro de 2013
"As pessoas mudam". Tolice! A maior burrada é pensar assim. Ninguém muda, o que é, é e pronto. Ou você aprende a conviver com os defeitos dos outros ou nunca vai dar certo.
Você molda, você amadurece, você aprende. Mas a gente é sempre mesmo. Manias se vão, gostos se vão, atitudes se vão. Mas o que a pessoa é, permanece com ela. E amar alguém é isso: aceitar de fato os defeitos e as qualidades, e viver com isso. E respeitar. Ou seguir em frente.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
E nas minhas orações é você que eu peço. De novo, e de novo, e de novo. E vai ser assim, nos sonhos, nos pedidos, nas conversas malucas e nas sérias. Nas brincadeiras, nas controvérsias, nos desejos. Nos planos, nas coisas não realizadas, e em tudo que realizei. Você sempre fez parte de tudo, e sempre fez parte de mim.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
E se tivéssemos sido mais tolerantes? Mais compreensivos. Menos impacientes, mas passivos. E se tivéssemos ouvido a nossa voz, a nossa opinião e se tivéssemos dado chance ao que queríamos, e não o que os outros propunham. Se fossemos mais maduros. Menos egoístas, mais relevantes. Se tivéssemos certeza, se tivéssemos confiado mais. Menos orgulho, talvez. Mais amor, o que eu sei, eu juro, que nunca faltou. Só que faltou, mais complacência. E se tivéssemos nos dado outra chance. Tudo seria diferente? Você estaria aqui agora. E eu não teria duvidas. Eu saberia pelo que lutar.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Eu encontrei várias pessoas dispostas a me fazerem felizes. (De verdade!). Me fizeram tirar o pé do chão por alguns instantes. Me fizeram esquecer por um instante. O problema é que nunca esqueci e não me deixei viver nada. Não me abri por inteira, não estive realmente ali. Uma pena, porque eu realmente pensei que pudesse. E eu realmente queria algo novo, algo que não me decepcionasse, algo que não me fizesse chorar. Pensei que pudesse ser feliz com outra pessoa que não você. E não foi assim. Nenhum riso foi tão feliz. Nenhum abraço me fez fechar os olhos, pela proteção, que só o seu me passava. Nenhum beijo foi suficiente. E pensava que era um erro meu, por tentar te substituir, mas hoje vejo que não. Percebi que é só a sua companhia que me faz inteira. Percebi que a sua voz acalma, e que nossos costumes já são feitos e que não vale a pena construir tudo com outra pessoa. Percebia que é de você que minha alma precisa. E é você que meu coração chama. (Ana Lima)
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