Se você não pensar pra falar, alguém vai pensar por você e será muito doloroso ouvir.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
A linha tênue entre o ouvir e o escutar
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
O problema não é você, sou eu!
Coloca uma coisinha simples nessa sua cabecinha: a pessoa que diz não estar pronta pra assumir um relacionamento com alguém, não é alguém, É VOCÊ. Isso é só mais um papinho que vai te fazer andar pra trás e não enxergar as coisas boas que você tem pra dar. "O problema não é você, sou eu", e todo mundo que acredita que namoro só é legal quando um lado apenas, sede. Namoro só é legal, quando a pessoa te faz acreditar que você é sempre o errado. Ou talvez o problema seja realmente de quem entra nessa, sem medo, que assume o risco, e que sabe que vai sair mudado (pra melhor, o problema é que nem todo mundo quer ser melhor). Mas ó, não acredita nessa. Namoro não tem prazo, só é, e pronto. Vale o risco, vale o tombo, mas os dois tem que querer. Comece a perceber as coisas que você abre mão no relacionamento, e veja se o outro tá abrindo também. A pessoa que diz não estar pronta pra assumir um relacionamento com alguém, ela estará pronta pra assumir com alguém, pode acreditar. Namoro não precisa ser complicado. Não precisa ser jaula, e muito menos cobrança. Apenas dois corpos dispostos a ocupar o mesmo espaço num lugarzinho chamado: coração.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
O que aprendi com os vinte e tantos anos
Os 20 e tantos anos chega e com ele algumas ~bagagenzinhas~ de lições valiosas e aprendizados eternos, mas ainda coisas para se aprender. Tudo isso porque não temos mais a inocência dos vinte e poucos e nem tão pouco a experiência da vida adulta. Os 20 e tantos anos nos permite errar, porém agora com mais sapiência. Aqui, a gente já aprendeu que amigos são sim importantes, mas o valor dos laços familiares é maior que tudo, e que eles SEMPRE vem na frente de qualquer coisa, até porque quando mais se precisa, são a eles que devemos recorrer. E tem mais, podemos voar o mais longe possível, mas é muito bom saber que sempre teremos pra onde voltar. Passamos a ser mais seletivos, já não estamos cercados de muitas pessoas, pois não fazemos questão das muitas pessoas, optamos mil vezes por boas companhias, bons livros e bons restaurantes. Damos realmente atenção ao que nossos pais falam, e por vezes, nos pegamos falando como eles (coisa que antes, abominávamos). Começamos a nos preocupar com a saúde, e a finalmente entender a importância de tomar água ao longo do dia e praticar exercícios. Ahhh, sem esquecer do filtro solar, aquele que foi esquecido por anos a fio, agora tem seu lugar reservado na bolsa. Nos 20 e tantos, já conseguimos realizar um feito importante que tanto almejávamos e (mesmo que não seja muito) já ganhamos o nosso dinheiro. Aprende-se a ter mais calma, a não ~passar os carros na frente dos bois~, uma paciência quase impossível de ser conquistada aos vinte e poucos anos. Compreendemos que não é preciso uma religião para se ter fé, para pedir forças e principalmente proteção e luz para aqueles que amamos, pois somos nossos próprios guias espirituais (e a luz esta dentro de cada um). Nessa fase, já perdemos alguém importante e com isso, sabemos o valor do hoje e de não desperdiçar o tempo com o que não acrescenta. Já não fazemos mais tanto drama como antes. Já não choramos como antes. Entendemos que tudo é efêmero e que a consciência é fundamental. Que com empatia se ganha o mundo. E ganhar o mundo não é ganhar o mundo propriamente dito, mas sim o que nos faz bem, é mudar o nosso redor (isso basta!). Sabemos de tudo um pouco. Trocamos as revistas de fofocas por leituras conteudísticas pois temos interesse verdadeiro pelo que acontece no mundo. Os 20 e tantos, me permitiu olhar as coisas com mais clareza, conhecer melhor a mim mesma, mudar o que pôde ser mudado e perdoar o que pode ser perdoado (e viver bem com isso). Passamos a fazer planos realmente concretos e manter sempre os pés no chão. Posso dizer que vivo a melhor fase, tenho muito pra errar, mas que cada erro meu seja agora determinante para aquilo que eu escolhi ser. Agora eu sei quem eu quero ser, coisa que eu não sabia nos meus vinte e poucos anos.
(Ana Lima)
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