sábado, 29 de novembro de 2014

Eu vou me equilibrando nas inconstâncias, esperando pelo dia que eu darei risada disso tudo. AL

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

E no final de tudo, eu tenho a mim mesma. E na maioria das vezes, só isso me basta.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

 Pequei pequenas e inúmeras vezes, pequei por amar demais, por gostar, por não compreender quando deveria tê-lo feito. Pequei por não me bastar, nem limitar os meus gostos e jeitos. Entretanto quem eu serei se não me perdoar? Então perdoo-me. (AL) 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Aprender pra evoluir.

O que é amar alguém se não o sentimento de tê-lo? Sem o sentimento do sentido que o torna único e feito pra você. É estar sujeito a inúmeras transformações. Porque gostar de alguém pode ser doloroso, mas nem sempre isso indica o fim de tudo. Me vi perdida em meio aos sentimentos, até que ponto eu chegaria por ele. Até que ponto eu me transformaria por ele. Pois bem, me vi uma completa estranha perdida dentro de mim mesma. Falei coisas que não diria, fiz coisas que não faria e me perguntei inúmeras vezes se aquilo tudo valia a pena, e se quem eu era transpareceria no final. E o que eu aprendi por amar tanto? que é preciso entrar na dança, dar cara a tapa, e tirar o melhor de todas as  situações, de todas as reviravoltas, de todas as surpresas inconstantes que a vida traz. A lagarta se transforma numa borboleta, e voa silenciosa e belamente depois de todo confinamento.  Assim somos nós, assim é a vida. (Ana Lima)