Deixar ir. Aqueles e aquilo que não me s o m a m, só me diminuem.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Ser mulher é árduo
Não ser dona do próprio corpo
Que direito você acha que tem sobre ele?
Eu vou andar, por você
Eu vou me vestir por você
E vou viver, por você
Eu deixo de existir
Porque as minhas vontades, quem liga?
Pede, grita, implora...Socorro!
Levanta. Resiste. Descobre
Levanta. Resiste. Descobre
Não mais, não quero
Porque o meu corpo
Você não tem direito sobre ele. (Ana Lima)
domingo, 1 de novembro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
É claro que eu queria voltar atras, e mudar o rumo das coisas. Mas eu sabia que eu não podia, o que me restava naquele momento era a aceitação. e talvez isso tenha sido a parte mais dolorosa. Mas o grande barato da vida é exatamente esse: não poder voltar atrás, mas mudar o presente, pra fazer melhor um futuro. Sorte a nossa! (AL)
terça-feira, 14 de julho de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
Eu ainda me importo. E se importar, tem ficado cada vez mais doloroso. Talvez eu tenha me perdido no orgulho, talvez eu tenha sido fraca demais pra te dizer que eu me importava, e hoje, tanto faz, porque a gente se perdeu. Mas eu me importo, dentre todas vezes, eu me importei. Eu tô tentando ser o mais sensata possível: Enquanto existir motivo, existir alguém se importando, dentre tudo que eu ache certo, eu fico. Onde houver amor, eu escolho ficar. (AL)
quinta-feira, 16 de abril de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
O telefone tocou.
Mas eu sabia que não era você.
Não era quem meu corpo gritava, e meu coração implorava.
Não era quem meu corpo gritava, e meu coração implorava.
Tudo parecia estranho. Sem graça. Vazio. O tempo não passava.
Você se foi levando tudo que eu tinha por dentro.
Parece estranho. Exagerado.
E os dias foram passando. E quanto mais eu queria você, mas eu aprendia a dizer adeus.
Nem é tão cruel quanto se imagina. A gente aprende a esquecer quando a unica opção que temos é a ausência. (AL)
E os dias foram passando. E quanto mais eu queria você, mas eu aprendia a dizer adeus.
Nem é tão cruel quanto se imagina. A gente aprende a esquecer quando a unica opção que temos é a ausência. (AL)
terça-feira, 3 de março de 2015
Sobre perdão e suas vulnerabilidades.
Não queria ser assim: do que tipo que tem uma cota infinita de perdão. A minha mania perigosa: confio demais. Dou a cara a tapa, vou a fundo por alguém, mas a vida sempre me mostrou que as pessoas na maioria das vezes não farão isso por mim. E acabo constatando o pior: a vida cobra que sejamos forte. Cobra pra sermos menos dependentes. E nessa ironia dos acasos eu vou vivendo: Perdoando um erro aqui, outro acolá, sentindo falta, me mantendo presente mais no sentimento alheio, do que no meu próprio. Remoendo, guardando, querendo. No fundo, eu não queria ser tão vulnerável. E sou. Um dia desses as coisas passam. Uma hora cansa, e aí passa... (AL)
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