quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

                              Deixar ir. Aqueles e aquilo que não me s o m a m, só me diminuem.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

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Ser mulher é árduo
Não ser dona do próprio corpo
Que direito você acha que tem sobre ele?
Eu vou andar, por você
Eu vou me vestir por você
E vou viver, por você
Eu deixo de existir
Porque as minhas vontades, quem liga?
Pede, grita, implora...Socorro!
Levanta. Resiste. Descobre
Não mais, não quero
Porque o meu corpo
Você não tem direito sobre ele.  (Ana Lima)


domingo, 1 de novembro de 2015

Se é decepção, sorrisos ou dor, tudo traz aprendizado, tudo faz a gente crescer. (AL)

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Aos poucos eu fui deixando pra lá tudo que me incomodava, tratando com sorrisos a todos que cruzavam o meu caminho, Estando certa ou não, e descobrindo também que perdoar restabelece nosso ser. A paz interior não tem preço! Ana Lima

domingo, 19 de julho de 2015

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Sem dramas. Sem cenas. Apenas sorrisos!
É claro que eu queria voltar atras, e mudar o rumo das coisas. Mas eu sabia que eu não podia, o que me restava naquele momento era a aceitação. e talvez isso tenha sido a parte mais dolorosa. Mas o grande barato da vida é exatamente esse: não poder voltar atrás, mas mudar o presente, pra fazer melhor um futuro. Sorte a nossa! (AL)

terça-feira, 14 de julho de 2015

Acredito que um dos maiores erros que as pessoas cometem é abrir mão do amor próprio, e do que realmente são, para amar outra pessoa. (AL)

domingo, 7 de junho de 2015

Agradeço aquelas pessoas que me leem e releem. Que me enxergam melhor do que sou. Nessa vida, onde leituras são curtas, eis que existe quem nos interpretam de uma forma doce, calma e singela. AL

segunda-feira, 18 de maio de 2015

"O amor seria perfeito, se fosse baseado em duas pessoas maduras, que sabem o que quer. Afinal, ninguém ama sozinho." (AL)

domingo, 17 de maio de 2015

Eu ainda me importo. E se importar, tem ficado cada vez mais doloroso. Talvez eu tenha me perdido no orgulho, talvez eu tenha sido fraca demais pra te dizer que eu me importava, e hoje, tanto faz, porque a gente se perdeu. Mas eu me importo, dentre todas vezes, eu me importei.  Eu tô tentando ser o mais sensata possível: Enquanto existir motivo, existir alguém se importando, dentre tudo que eu ache certo, eu fico. Onde houver amor, eu escolho ficar. (AL)

quarta-feira, 13 de maio de 2015

quinta-feira, 16 de abril de 2015

 Eu que não era muito de demonstrar, de repente o mundo eu quis te dar. Você me encantou e me mostrou um lado bom meu que eu desconhecia. Me enxergou com esse olhar, que me mostrava que queria ficar. E eu quis você, tanto. E ainda quero.  (AL)

quarta-feira, 4 de março de 2015

O telefone tocou.
Mas eu sabia que não era você.
Não era quem meu corpo gritava, e meu coração implorava.
Tudo parecia estranho. Sem graça. Vazio. O tempo não passava.
Você se foi levando tudo que eu tinha por dentro. 
Parece estranho. Exagerado.
E os dias foram passando. E quanto mais eu queria você, mas eu aprendia a dizer adeus.
Nem é tão cruel quanto se imagina. A gente aprende a esquecer quando a unica opção que temos é a ausência. (AL)
Tanta gente por aí querendo e te desejando o bem, e você vai se importar justo com as que te fazem mal? Ore por elas, e seja feliz ;)

terça-feira, 3 de março de 2015

Sobre perdão e suas vulnerabilidades.

Não queria ser assim: do que tipo que tem uma cota infinita de perdão. A minha mania perigosa: confio demais. Dou a cara a tapa, vou a fundo por alguém, mas a vida sempre me mostrou que as pessoas na maioria das vezes não farão isso por mim. E acabo constatando o pior: a vida cobra que sejamos forte. Cobra pra sermos menos dependentes. E nessa ironia dos acasos eu vou vivendo: Perdoando um erro aqui, outro acolá, sentindo falta, me mantendo presente mais no sentimento alheio, do que no meu próprio. Remoendo, guardando, querendo. No fundo, eu não queria ser tão vulnerável. E sou. Um dia desses as coisas passam. Uma hora cansa, e aí passa... (AL)

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Eu desmoronei inúmeras vezes em silêncio, na intenção de alguém me encontrar e me reerguer. E foi desses desmoronos silenciosos, que eu percebi a força que tenho. (AL)